Publicado por angelicasilva em 07/10/2009
Então… uma série de jogos on-line sobre o vírus da Influenza publicados no blog da BVS. Este é o mais emocionante, mas tem mais que vou postar neste site. Isto é inovação em telessaúde, usando tecnologias educacionais, da informação e comunicação integradas. Muito maneiiiiiiiiiiroooooooo. Conheça o Killer Flu – Gripe Letal .

No Killer Flu – Gripe Matadora, você é uma linhagem de Influenza cujo objetivo é infectar e matar o maior número de pessoas possível durante a estação de gripe. O jogo ilustra muito bem aspectos da gripe como a transmissão em locais tumultuados: colégios, aeroportos e escritórios. Para ser transmitido, você precisa dirigir uma pessoa infectada para um destes locais, dentro dos 5 dias em que ela está suscetível. Depois disso ela desenvolverá imunidade contra você e não será mais infectável. Os aeroportos ajudam a se espalhar por novas regiões do mapa.

Há três tipos de vírus para jogar: o sazonal, que circula anualmente, com o qual você precisa girar a roleta de mutações e adquirir novos tipos de Hemaglutinina e Neuraminidase diferentes dos da estação anterior, de forma a evitar a imunidade prévia. Rapidamente a estação de gripe acaba e as pessoas o transmitem por pouco tempo; o rearranjado, uma mistura de vírus humano e aviário que consegue circular muito mais rapidamente e por mais tempo. Além de não precisar girar a roleta da HA e NA pois não há imunidade prévia; e o H5N1 que passa de aves silvestres para aves domésticas e consegue infectar humanos. Diferente da situação corrente, onde o H5N1 aviário não se transmite de forma eficiente entre humanos, no jogo ele o faz facilmente.
De maneira bem informativa e, ao contrário do que o nome do jogo sugere, é muito difícil conseguir infectar mais de 50% da população e ganhar. Como na gripe do mundo real, o vírus enfrenta problemas como a imunidade para se dispersar.
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Publicado por angelicasilva em 12/08/2009
Situação epidemiológica da nova influenza A (H1N1) no Brasil
Fonte: Assessoria de Imprensa do MS
I – ÓBITOS, CASOS GRAVES E FATORES DE RISCO
- Entre 25 de abril e 8 de agosto, foram informados pelas Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde 192 óbitos por influenza A(H1N1).
Distribuição de óbitos por influenza A(H1N1) por Unidade Federada
| UF |
Influenza A/H1N1
|
Taxa de mortalidade
(100.000 hab.)
|
|
n
|
%
|
| SP |
75
|
39,1
|
0,18
|
| RS |
44
|
22,9
|
0,40
|
| PR |
42
|
21,9
|
0,39
|
| RJ |
24
|
12,5
|
0,15
|
| SC |
3
|
1,6
|
0,05
|
| PB |
1
|
0,5
|
0,03
|
| PE |
1
|
0,5
|
0,01
|
| BA |
1
|
0,5
|
0,01
|
| MG |
1
|
0,5
|
0,01
|
| Brasil |
192
|
100
|
0,09
|
Fonte: Sinan/SVS e População (www.datasus.gov.br)
- Das 192 mortes, 106 (55,2%) tinham fator de risco, incluindo gestação. Entre os 1.348 casos que evoluíram para cura, 793 (58,8%) não tinham fator de risco.
- Doenças cardíacas, metabólicas e respiratórias, além de hipertensão arterial, diabetes e gestação são os principais fatores de risco para morte, entre os casos graves pelo novo vírus.
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Publicado por angelicasilva em 26/06/2009
Quase 500 casos… Temos de nos preparar.
CASOS NO BRASIL
O Ministério da Saúde informa que foram confirmados 53 NOVOS CASOS de infecção pelo vírus Influenza A (H1N1), nos estados de São Paulo (31), Rio Grande do Sul (11), Minas Gerais (7), Rio de Janeiro (2), Ceará (1), Distrito Federal (1) e Goiás (1).
Com os novos casos, o total de confirmados no país chega a 452. Esse número inclui os casos informados ao Ministério da Saúde pelos três laboratórios de referência para o diagnóstico da influenza (Fundação Oswaldo Cruz/RJ, Instituto Evandro Chagas/PA e Instituto Adolf Lutz/SP) e/ou pelas Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde, por meio do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN).
PARA TODOS OS CASOS, estão sendo realizados busca ativa e monitoramento de todas as pessoas que estabeleceram contato próximo com esses pacientes.
Do total de casos confirmados, dois pacientes do Rio Grande do Sul estão internados. A Secretaria Estadual de Saúde do Rio Grande do Sul, com apoio do Ministério da Saúde, acompanha a evolução do quadro clínico dos pacientes. Os dois casos foram infectados no exterior.
Até 23 de junho, o Ministério da Saúde acompanhava 310 CASOS SUSPEITOS no país. As amostras com secreções respiratórias dos pacientes estão em análise laboratorial. Outros 677 casos foram DESCARTADOS, até o momento.
As definições de caso suspeito, confirmado e descartado estão disponíveis e atualizadas no Protocolo de Procedimentos e Manejo de Casos e Contatos de Influenza A (H1N1), no link http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/influenza_protocolo_versao405062009.pdf
Os números referem-se a informações repassadas pelas Secretarias Estaduais de Saúde até as 17h desta quinta-feira.
EVOLUÇÃO DE CASOS CONFIRMADOS E ÓBITOS NO MUNDO Leia o resto deste post »
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Publicado por angelicasilva em 26/06/2009
Segundo a OMS, Estados Unidos, México, Canadá, Austrália, Chile e Argentina são considerados os países com transmissão sustentada.
Crianças menores de dois anos de idade; idosos (acima de 60 anos); gestantes; pessoas com imunodepressão (por exemplo, pacientes com câncer, em tratamento para AIDS ou em uso regular de corticosteróides), hemoglobinopatias( doenças provocadas por alterações da hemoglobina, como a anemia falciforme), diabetes, cardiopatia, doença pulmonar ou renal crônica posterguem a viagem para esses países,caso seja possível, tendo em vista ser o grupo que apresenta maior risco de desenvolver as formas graves da doença.
O Ministério da Saúde reitera que esta é uma medida de proteção a estes grupos mais vulneráveis para doença grave, não significando caráter restritivo ao comércio ou transito internacional.
Ressaltam que não há proibição nem restrição de trânsito de pessoas entre o Brasil e esses países. A recomendação é uma medida adicional de prevenção, tendo como base critérios epidemiológicos e o aumento, com a proximidade das férias de inverno, da circulação de turistas brasileiros em países com transmissão sustentada da doença.
Como vem fazendo, há dois meses, desde que o Brasil foi notificado sobre a transmissão da nova gripe, o Ministério da Saúde continua seguindo rigorosamente as orientações da OMS, que defende a autonomia de cada país em adotar recomendações com base em suas realidades locais. Fonte: Agência Saúde www.saude.gov.br
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